Criar uma marca centrada no terroir ou nas castas pode ser tradição, mas não é uma obrigação.

Há cada vez mais vinhos que se afirmam através de ideias originais. E têm boas razões para isso…

Criar a marca para um vinho – do nome ao design do rótulo – tem sido um passo mais ou menos previsível e simples. Na Europa a maioria dos produtores usa o nome da quinta ou herdade, vendo o terroir como fonte de autoridade. Já no Novo Mundo, com uma tradição vinícola recente, e sem herdades e palácios históricos, a maioria baseia-se nas castas e nomes dos produtores.

Mas há mais mundo para lá das quintas e castas.

Cada vez mais marcas encaixam numa nova categoria: a das marcas que não se centram nem na origem, nem nas castas, mas sim numa ideia – os chamados vinhos “de conceito”.

 

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